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    June 29

    O ENIGMA DA ESFING - A GUARDIÃ DO DESERTO

     

                                           O ENÍGMA DA ESFINGE

                                        A GUARDIÃ DO DESERTO

    Mochileiros, turistas, guias; um turbilhão de vozes de centenas de seres humanos encantados com o por do Sol, o deserto, as pirâmides e a esfinge a tiracolo, cada qual com sua sacola, com os apetrechos fotográficos a gravarem suas últimas memórias e imagens fotográficas como lembranças de uma viagem fabulosa.

    Foram-se os últimos turistas, seus guias, as tendas dos camelôs desmontadas e carregadas pelos vendedores de “relíquias”. As pirâmides estavam sós, isto é, contavam com a vigília e proteção da gigantesca esfinge, impassivelmente silenciosa na sua mudez lítica. A noite começava a sobrepor seu véu escuro sobre a campina egípcia proporcionando uma visão que transcendia a qualquer qualificativo de exuberância visual d’uma espetacular beleza sobrenatural. E o artista divino se encarregava de pintar em cores deslumbrantes, contrastes rútilos à paisagem desértica egípcia em seu horizonte, a unir céu e terra.

    Esse fascínio incorpóreo que invade minh’alma impregnando-a de misterioso encanto não me deixa ir, acorrenta-me irreverente aos elos fortíssimos da magia cósmica e da visão indescritível das constelações

    . Ali estávamos, eu e a esfinge desafiando o vespertino taciturno do deserto faraônico. O Sol dava a impressão de retardar o crepúsculo ao espargir seus raios comburentes que incendiavam o céu com lampejos de matizes ferruginosos imitando brasas incandescentes, até o desbotamento aquarelado entre o rosa-choque o rosáceo dourado numa configuração palidamente efêmera de um singelo arco-iris.     A esfinge parecia investir a sombra da sua suprema e enigmática milenar majestade sobre a areia amarelada do deserto, até onde eu postava minha humilde figura humana. Paulatinamente, a natureza revestia-a diante do horizonte agonizante com sua roupagem noturna à sombra do manto enegrecido do por do sol. Erigida desde o mar da areia onde se escreveram capítulos seculares da história da humanidade amedrontava os incautos beduínos que a chamavam de “Mãe do terror” ; na realidade, todas as esfinges possuem seus mistérios fabulosos, e não será diferente com esse gigantesco monumento! Ninguém sabe quem a esculpiu, e muito menos quando se deu sua execução. Segundo alguns historiadores, a região onde estou pisando nesse momento já foi coberta pelo mar, onde a esfinge permaneceu submersa nas águas por alguns milhares de anos. depois, não se sabe por qual fenômeno, o mar se afastou, surgindo então o deserto. Alguns arqueólogos calculam em torno de sete mil anos a idade da esfinge.

    Mas ali está ela a mirar-me, e sendo admirada de forma inescrutável por minha indomável curiosidade. Mas num momento minha mente viajou pela história e me fez lembrar da esfinge de Tebas...

     

                            TODA ESFINGE POSSUI UM ENIGMA.

    Laio, o rei de Tebas, foi advertido por um oráculo de que haveria perigo para sua vida e seu trono se crescesse seu filho recém nascido. O rei entregou seu filho a um pastor com a determinação de que fosse morto. O pastor, benevolente que era não quis matar a criança, e muito menos desobedecer acintosamente à ordem do rei, resolveu então criar uma situação onde ela, a criança, tivesse alguma chance de sobreviver. Amarrada pelos pés, suspensa a um galho de uma árvore, foi encontrada por um camponês que a levou a seus patrões. O casal acolheu o menino que recebeu o nome de Édipo (ou pés alongados).

    Muitos anos depois, quando Laio se dirigia a Delfos, acompanhado apenas de um servo, encontrou-se numa estrada muito estreita com um jovem que também dirigia um carro. O rei ordenou que ele se afastasse para que pudesse prosseguir sua viagem, mas o rapaz recusou-se a sair do caminho dizendo que o rei teria que contornar o caminho. O servo do rei matou um dos cavalos conduzidos por Édipo, que em represália, matou o servo e o rei tornando-se assim o assassino do próprio pai. Na decorrência do fato, a cidade de Tebas viu-se atormentada pelo surgimento de um monstro – uma esfinge – que espalhava terror pelas estradas. Dizia-se ter ela, a parte inferior do corpo parecida com um leão, e a parte superior a de uma mulher. Repousando na parte mais elevada de um morro ela detinha todos os viajantes que por ali passavam e os submetia a um enigma cuja resposta correta seria a condição para que tivessem sua passagem liberada, são e salvos, caso contrário, se não soubessem decifrar o enigma, seriam mortos. Ninguém conseguia decifrá-lo, e todos até então tiveram a vida sacrificada pela esfinge. Édipo, sem se deixar intimidar ousou enfrentar o desafio. Já diante da esfinge, esta lhe perguntou: Qual animal que de manhã anda de quatro pés, à tarde sobre dois pés, e à noite sobre três?

    – É o homem que engatinha na infância, anda ereto na juventude e com a ajuda de um cajado ou um bastão na velhice – respondeu Édipo.

    A esfinge se sentiu tão humilhada, ao ver solucionado o enigma, que não resistiu à vergonha da humilhação e se suicidou atirando-se do alto do rochedo.

    Entre os egípcios e os gregos, a esfinge era conhecida como um monstro fabuloso com corpo de leão e cabeça humana. Freqüentemente as esfinges eram usadas para ladearem os acessos aos pórticos monumentais dos templos. Será possível que você também possui um enigma desafiador, uma misteriosa inequação temporal?

    Volto a mirar a esfinge de Gisé e pergunto-lhe: – Qual a sua mensagem; qual o seu enigma? Então ela parece responder-me .  Se Deus é todo poderoso, seria ele capaz de criar algo tão fantástico e onipotente que não pudesse controlar?

    – Esse é seu enigma? – pergunto eu.

    – Decifra-o ou te devoro! – respondeu-me ela   

    J. Roberto de Carvalho

    June 25

    CIÊNCIA E IMAGINAÇÃO

                                      

     

     

                                          CIÊNCIA E IMAGINAÇÃO

     

    A física, sendo uma ciência, a priore, pré-objetiva, contida no universo empírico da conceitualização observativa virtual e teórica, necessita de comprovação inquestionável, exata e lógica atestada por comprovações obtidas em experimentos teorizados e algoritimizados em procedimentos metodológicos efetuados em laboratórios específicos; e no caso do seguimento da astrofísica, com pesquisas experimentais que tenham suporte em ferramentas e instrumentos adequadamente providos de tecnologia com especificidades funcionais e operacionais no campo da mensurabilidade da escala astronômica, portanto, criando condições referenciais para um consenso comum e aceitação da comunidade científica, depois de ser submetida a todos os procedimentos protocolares e regulamentares para a postulação, pós-baterias de testes e experimentos independentes no campo da comprovação e da evolução científica.

    O próprio nome sugere um processo contínuo na evolução do campo tecnológico de cunho procedimental na comprovação das teorias e posterior postulação.

    A cada surgimento de uma nova grade instrumental tecnológica que amplie o campo possível das fronteiras limitróficas das realizações experimentais, levando às novas e prováveis conquistas científicas, nos permite pensar que no futuro, as eventuais teorias hoje postuladas, não serão aceitas como verdades absolutas e nem como elemento ou matéria exata no universo da lógica conceitual.

    Um exemplo evidente dessa possibilidade é a mecânica teorizada e experimentada por Newton, onde são descritas por explicações aceitáveis todos os movimentos da mecânica universal sob a ótica dos valores da velocidade abaixo dos valores da velocidade da luz, mas que não se sustentam sob a ótica analítica do universo das velocidades relativistas – ou seja – com valores iguais ou maiores que os da velocidade da luz. Tal evidência se constatou no século passado, quando os limites teóricos da mecânica newtoniana, se submeteu a processos tecnológicos que não existiam anteriormente a aceitação, por parte da comunidade científica, das explicações concebidas como verdadeiras até então.

    As sementes de novas concepções e pensamentos sobre teoremas com princípios potencialmente exatos, mas que não possuem o suporte para a viabilização de ser provados e comprovados, além das conceitualizações precognitivas e cognitivas, como realidade incontestável, impossibilitados que são pela limitação tecnológica da contemporaneidade operacional e funcional das estruturas energéticas clássicas atômicas.

    Esse obscurantismo científico ocasionado pela ausência de elementos operacionais exatos, na área dos experimentos tecnológicos representa um vasto e imensurável campo fértil da especulação teórica e o campo possível da imaginação, propiciam a germinação exuberante de idéias fantásticas sobre novas possibilidades no campo da criatividade experimental. É onde opera a mente científica e seu ferramental matemático na criação de mundos “utópicos” e virtuais, que podem ou não corresponderem à realidade cósmica e universal. Essa é a realidade contemporânea da física em relação à estrutura e a subestrutura atômica – Os Pilares Gêmeos – a Física clássica e a quântica, onde as especulações serpeiam o mundo da imponderabilidade possível e imaginável...

     

    June 17

    ENTENDIMENTO LITERAL DA ESSÊNCIA DO CONTEÚDO DO PENSAMENTO

    ENTENDIMENTO LITERAL DA ESSÊNCIA DO CONTEÚDO DO PENSAMENTO

    O pensar é o exercício da ordenação das idéias, das racionalizações pontuais, da cristalinização conceitual, do deslindamento dos sentidos, da fundamentação dos valores, da definição textual das formas, da literalidade do substrato elementar da compreensão e da configuração do fiel sentido em todos os seguimentos, da extensividade do conhecimento e da expressão implícita do nível da abrangência sócio/cultural da mente e espiritualidade do indivíduo analisado.

    Todas as formas de manifestações exatas ou emocionais carregam em seu bojo as sementes dos desejos, emoções, expectativas, sentimentos, religiosidade, política, ideal etc., às quais, atribui-se um valor único e absoluto do conteúdo e da contextura do conhecimento.

    No conteúdo ou fundo, considerando o entendimento, a compreensão da essencialidade onde se subentende os sentidos, as idéias, os pensamentos cristalinizados da fiel interpretação da espiritualizada, sensibilidade dos recônditos intelectuais de onde emanam as manifestações espontâneas, torna-se a provável, única e absoluta maneira corretamente exata de se interpretar e analisar dentro da estrutura do conteúdo da forma e configuração intelectual– os termos e os torneios normativos sintáticos com os quais se analisa, compreende e se explica a metafísica transcendentalista do ser incorpóreo e da estrutura inteligível configurada na cultura da alma do indivíduo humano ali representado, expresso na imortalidade literal dos seus mais eruditos conhecimentos, fonte essa, referencial dos seus pensamentos.

     

    Não podemos ser indiferentes ao que se quer expressar, muitas vezes de maneira transparente, outras, com sutilidade inteligente, à essencialidade do conteúdo, ou, às regras do contexto estrutural; ou mesmo, do processo normativo da forma da literalidade gramatical, mas, analisando todo o contexto no âmbito da convergibilidade do entendimento inquestionável do senso comum  e da interpretação da intenção objetiva do propósito e do fim, ao qual se propôs o autor em sua ótica analítica e conceitual, sob a égide do parâmetro do seguimento das emoções e da razão...

    A análise e a explicação textual, não deve se aprisionar ao objetivo da insidiosa armadilha do eufemismo, e muito menos se entregar ao exercício enigmático do sofismo, e menos que se dê ao parafraseando sobre uma obra literária, dando característica extensiva ao estudo de qualquer tipo de estrutura normativa gramatical, ou mesmo, se dispor a qualquer juízo de valor moral subjetivo. Haverá sempre de se levar em conta todos os valores universais do conjunto dos quesitos elementarmente fundamentais, necessariamente exigidos, para que se produza uma correta interpretação e explicação de uma obra literária, ou mesmo, um fragmento prosaico, um romance, um conto, ou até mesmo, um poema!

    Também não se cometerá a ousada decomposição d’uma obra em fragmentos estruturais para explicar seu conteúdo, pois não se conseguirá, senão, encontrar nada além de resquícios físicos do  substrato intencional subliminar dos sentimentos e emoções expressos na espiritualidade transcendental da forma e do fundo , portanto, nada restando da essencialidade da alma intelectual do autor...

     

    Vamos observar um possível tipo de paráfrase numa interpretação de uma estrofe de Camões: “Um gosto que hoje se alcança, amanhã já não o vejo; assim nos traz a mudança, de esperança em esperança, e de desejo em desejo. Mas em vida tão escassa que esperança será forte? Fraqueza da humana sorte, que, quando na vida passa, está receitando a morte.”

    “Luiz Vaz de Camões, o grande poeta luso, nos fala, nestes versos, da fugacidade dos bens, que hoje alcançamos e amanhã perdemos; mesmo a esperança e os desejos são frágeis e a própria vida se esvai rapidamente, caminhando para a morte. Tinha o vate muita razão, pois, realmente na vida, todos os gostos terrenos se extinguem como um sopro: o homem, que sempre vive esperando e desejando alguma coisa, têm constantemente a alma preocupada com seu destino. Ora, mesmo que chegue a realizar seus sonhos, estes não perduram...”

    Qual foi a essência da espiritualidade intelectual de Camões no momento dessa inspiração literária; quais eram os sentimentos e emoções que impregnavam seu ser, mais racional que ilativo, ao expressar nessa estrutura literal os seus pensamentos? Render-se aos limites da sua efemeridade física circunstancial e à fugacidade existencial?  

     J. Roberto de Carvalho

     

    June 12

    CLASSIFICAÇÃO DO SER HUMANO

    CLASSIFICAÇÃO DO SER HUMANO

    O fenótipo é o protótipo ou modelo onde se evidenciam em manifestações perceptíveis a personalidade, a postura, a atitude, o comportamento e as reações de um exemplar de uma espécie, proporcionando a um observador – pesquisador – uma objetiva ótica analítica através da grade de valores biotípicos/anatômico-posturais e impulsos reativos autônomos precognitivos diante dos apelos oportunos, exigindo respostas para as decorrentes eventualidades factuais circunstanciais, ocasionando imprescindível configuração de conhecimentos empíricos precordiais na compreensão da causa e efeito registrado como experiência necessária para a determinação de padrões genótipos do patrimônio hereditário sócio/cultural e ético/moral do seu meio, decorrente do senso comum do seu mecanismo estrutural, preceituado na conjuntura evolutiva do universo da civilização considerada.

    Aqui não se trata de uma classificação feodérmica, anatômica, estrutura neuro/moto-sensorial sociológica reativa, cognitiva, mecânica, racional ou mesmo de valores potenciais fundamentados numa possível programação intelectual, mas sim, de uma definição do ser humano como um espécime, pela ótica da antropologia, e de suas teóricas ramificações conceituais, sócio/filosóficas, ex: a monantropia (sistema antropológico segundo o qual, o gênero humano, origina-se de uma só raça). Seria essa teoria um tipo de argumentação persuasiva para dar suporte a uma definição literal de raça?

    Não podemos nos ater rigidamente somente na questão da semântica quanto à definição que lhe empresta a lingüística, como no sentido restrito literal da palavra; há que se considerar o universo histórico e científico ontológico acerca da evolução do gênero humano desde os priscos existenciais do homem como espécime.

    Como raça houve uma sucessão de ascendentes e descendentes, desde a unidade familiar, povos, gerações e grupos de indivíduos cujos caracteres biológicos permaneceram constantes de uma a outra geração; mas é evidente que ocorreram transmutações ao longo do tempo transmilenar existencial, e que se torna imprescindível, passarem pela essência analítica da ontologia. Refiro-me às classificações das espécies – entre elas, o gênero humano – com suas características diferenciadas e semelhanças hereditárias constantes.

    Partimos então para a análise da anatomia da estrutura do ser humano, colocando-a como característica constante, imperfeita em sua simetria e proporções, mas constantes na identificação da espécie no que se refere à aparência física externa e à estrutura neuro/moto-psíco/sensorial: inteligência empírica, cognitiva, dedutiva, analítica, associativa, racional e conclusiva. Sociabilidade: cultural, intelectual e moral e evolutiva associacional. Um processo que passa pela eugenia gradual temporal gerenciado desde os campos específicos voltados para o aperfeiçoamento físico e mental da espécie humana.

    ÍNDOLE SELETIVA

    A partir de valores padronizados e estereotipados a sociedade humana passa a selecionar como ótica parametral, determinadas características de uma “metrologia de beleza ideal, o biótipo preferido, as linhas anatômicas de proporções perfeitas como os valores estéticos mais agradáveis de serem observados”; dá-se então a decorrente rejeição daqueles que não foram contemplados pela hereditariedade com privilégios tais, dos caracteres seletivos. Nasce daí, o relacionamento preconceituoso da rejeição consciente ou involuntária da não aceitação e da intolerância quanto às diferenças que se são extensivas à materialidade social configurada na somatória dos patrimônios pessoais: riqueza ou pobreza, cultura e educação, origem sócio/política, poder elitizado, etc.

    Mas é histórico esse sentimento de rejeição às classes menos favorecidas. Já nos tempos idos o Jansenismo – doutrina tirada do Augustinus – obra de Jansênio (Jansenus) onde se pretendia uma liberdade privilegiada somente para certa casta, como uma graça concedida, mesmo antes do nasciturno, o que era negada para a grande maioria.

    O racismo e o preconceito, atitudes aversivas contra um povo, um continente – Ásia, América do Sul – uma raça (brancos, negros, amarelos, chineses, judeus,) uma classe: pobres, índios, idosos, etc. A xenofobia: estrangeiros (nacionalismo ou patriotismo extremo) e o religioso. 

    Darwinismo Social: “Num período futuro, não muito distante, numa escala transecular, as raças humanas civilizadas vão certamente exterminar as raças selvagens por todo o mundo.” Charles Darwin...

    “Darwin’s bulldog” – “Homem algum, racional e conhecedor dos fatos, acreditará que o negro comum é igual e muito menos superior ao homem branco” – Thomas Huxley  

    Ernst Haeckel: – “No estado mais baixo do desenvolvimento mental humano estão os Australianos – aborígines – algumas tribos da Polinésia, os Bosquímanos, os “Hottentots” e algumas tribos negras.

    Ernst foi o darwinista que inventou a “lei biogenética”, que hoje sabemos ser falsa, e mentiu sobre o desenvolvimento dos embriões.

    Arthur Keith: O Fuher alemão é um evolucionista, tal como eu tenho dito consistentemente. Ele tem conscientemente  tentado que a Alemanha esteja de acordo com a teoria da evolução.

    MINHA LUTA – Um tratado ou um ensaio insano? Mas qual o título, ou como rotular um compêndio de idéias e concepções pessoais sobre o exemplar humano, não como indivíduo, mas como povo, como espécime ou raça? (Mein Kampf) – Minha Luta – germinado na mente de um cidadão alemão polêmico por sua visão nazista racista, preconceituosamente seletiva quanto às diferenças biofísicas do indivíduo humano e suas qualificações culturais na consideração da subjetividade circunstancial da sua posição na escala sócio/econômica, e por extensão, à origem da sua ancestralidade?

     

    Toda consideração às diferenças aqui pontificadas, são extremamente odiosas e ignobilmente “deleteriosas”, pois destroem todas as perspectivas de entendimento harmonioso entre os seguimentos sociais no mais alto gral de sua digna representatividade que se pretende justa, inteligente e civilizada, principalmente quando tais considerações partem daqueles que deveriam servir de exemplo de tolerância no que se diz respeito ao direito de escolha de cada indivíduo da espécie, e à justiça equanimidade dos direitos humanos, isso, no universo absoluto de todos os valores que dignificam a criatura humana como exemplar potencial inteligente que é. 

    No mais, toda manifestação de intolerância, origine-se ela de onde originar, estará sempre representada pelo que de pior existe na índole dos iguais espécimes, e do que existe de mais odioso e condenável numa exteriorização do primitivismo animal que é o ato de violenta desinteligência sócio/cultural...